“A minha vinha que tenho está diante de mim; as mil peças de prata são para ti, ó Salomão, e duzentas, para os guardas do seu fruto.”
116 frases selecionadas
Frases de motivação de Cantares de Salomão
116 frases de Cantares de Salomão sobre coragem, escolhas e movimento, reunidas em uma seleção navegável com fonte e páginas individuais para compartilhar.
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“Eu sou um muro, e os meus peitos, como as suas torres; então, eu era aos seus olhos como aquela que acha paz.”
“Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; entregou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe trazia pelo seu fruto mil peças de prata.”
“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem peitos; que faremos a esta nossa irmã, no dia em que dela se falar?”
“Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro.”
“Levar-te-ia e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me ensinarias; e te daria a beber vinho aromático e do mosto das minhas romãs.”
“A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace.”
“Dizia eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; e, então, os teus peitos serão como os cachos na vide, e o cheiro da tua respiração, como o das maçãs.”
“A tua estatura é semelhante à palmeira, e os teus peitos, aos cachos de uvas.”
“O teu pescoço, como a torre de marfim; os teus olhos, como os viveiros de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco.”
“A tua cabeça sobre ti é como o monte Carmelo, e os cabelos da tua cabeça, como a púrpura; o rei está preso pelas suas tranças.”
“O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.”
“Volta, volta, ó sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhas para a sulamita como para as fileiras de dois exércitos?”
“Que formosos são os teus pés nos sapatos, ó filha do príncipe! As voltas de tuas coxas são como jóias, trabalhadas por mãos de artista.”
“Desci ao jardim das nogueiras, para ver os novos frutos do vale, a ver se floresciam as vides, se brotavam as romeiras.”
“Antes de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu povo excelente.”
“Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exército com bandeiras?”
“Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre as tuas tranças.”
“Sessenta são as rainhas, e oitenta, as concubinas, e as virgens, sem número.”
“Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gémeos, e não há estéril entre elas.”
“Desvia de mim os teus olhos, porque eles me perturbam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que pastam em Gileade.”
“As suas mãos são como anéis de ouro que têm engastadas as turquesas; o seu ventre, como alvo marfim, coberto de safiras.”
“As suas pernas, como colunas de mármore, fundadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto, como o Líbano, excelente como os cedros.”
“As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como colinas de ervas aromáticas; os seus lábios são como lírios que gotejam mirra.”
“A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.”
“Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.”
“Acharam-me os guardas que rondavam pela cidade, espancaram-me e feriram-me; tiraram-me o meu manto os guardas dos muros.”
“Já despi as minhas vestes; como as tornarei a vestir? Já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar?”
“Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes: o cipreste e o nardo,”
“Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.”
“Jardim fechado és tu, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.”
“Vem comigo do Líbano, minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermon, desde as moradas dos leões, desde os montes dos leopardos.”
“Antes que refresque o dia e caiam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso.”
“O teu pescoço é como a torre de David, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de valorosos.”
“Os teus dois peitos são como dois filhos gémeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.”
“Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gémeos, e nenhuma há estéril entre elas.”
“Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é doce; a tua fronte é qual pedaço de romã entre as tuas tranças.”
“Eis que é a liteira de Salomão; sessenta valentes estão ao redor dela, dos valentes de Israel.”
“Todos armados de espadas, destros na guerra; cada um com a sua espada à cinta, por causa dos temores nocturnos.”
“Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso e de toda a sorte de pós aromáticos?”
“Acharam-me os guardas, que rondavam pela cidade; eu perguntei-lhes: Vistes aquele a quem ama a minha alma?”
“De noite busquei em minha cama aquele a quem ama a minha alma; busquei-o e não o achei.”
“Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faz-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face, aprazível.”
“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.”
“Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.”
“A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.”
“As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas, de cipreste.”
“Enquanto o rei está assentado à sua mesa, dá o meu nardo o seu cheiro.”
“Agradáveis são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares.”
“Se tu o não sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas das ovelhas e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.”
“Não olheis para o eu ser morena, porque o sol resplandeceu sobre mim. Os filhos de minha mãe se indignaram contra mim e me puseram por guarda de vinhas; a vinha que me pertence não guardei.”
“A minha vinha que tenho está diante de mim; as mil peças de prata são para ti, ó Salomão, e duzentas, para os guardas do seu fruto.”
“Eu sou um muro, e os meus peitos, como as suas torres; então, eu era aos seus olhos como aquela que acha paz.”
“Teve Salomão uma vinha em Baal-Hamom; entregou essa vinha a uns guardas; e cada um lhe trazia pelo seu fruto mil peças de prata.”
“Temos uma irmã pequena, que ainda não tem peitos; que faremos a esta nossa irmã, no dia em que dela se falar?”
“Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro.”
“Levar-te-ia e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me ensinarias; e te daria a beber vinho aromático e do mosto das minhas romãs.”
“A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace.”
“A tua estatura é semelhante à palmeira, e os teus peitos, aos cachos de uvas.”
“Dizia eu: Subirei à palmeira, pegarei em seus ramos; e, então, os teus peitos serão como os cachos na vide, e o cheiro da tua respiração, como o das maçãs.”
“O teu pescoço, como a torre de marfim; os teus olhos, como os viveiros de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco.”
“A tua cabeça sobre ti é como o monte Carmelo, e os cabelos da tua cabeça, como a púrpura; o rei está preso pelas suas tranças.”
“O teu umbigo, como uma taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre, como monte de trigo, cercado de lírios.”
“Volta, volta, ó sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhas para a sulamita como para as fileiras de dois exércitos?”
“Que formosos são os teus pés nos sapatos, ó filha do príncipe! As voltas de tuas coxas são como jóias, trabalhadas por mãos de artista.”
“Desci ao jardim das nogueiras, para ver os novos frutos do vale, a ver se floresciam as vides, se brotavam as romeiras.”
“Antes de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu povo excelente.”
“Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exército com bandeiras?”
“Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre as tuas tranças.”
“Sessenta são as rainhas, e oitenta, as concubinas, e as virgens, sem número.”
“Desvia de mim os teus olhos, porque eles me perturbam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que pastam em Gileade.”
“Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gémeos, e não há estéril entre elas.”
“As suas mãos são como anéis de ouro que têm engastadas as turquesas; o seu ventre, como alvo marfim, coberto de safiras.”
“As suas pernas, como colunas de mármore, fundadas sobre bases de ouro puro; o seu aspecto, como o Líbano, excelente como os cedros.”
“Os seus olhos são como os das pombas junto às correntes das águas, lavados em leite, postos em engaste.”
“As suas faces são como um canteiro de bálsamo, como colinas de ervas aromáticas; os seus lábios são como lírios que gotejam mirra.”
“A sua cabeça é como o ouro mais apurado, os seus cabelos são crespos, pretos como o corvo.”
“Acharam-me os guardas que rondavam pela cidade, espancaram-me e feriram-me; tiraram-me o meu manto os guardas dos muros.”
“Já despi as minhas vestes; como as tornarei a vestir? Já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar?”
“Jardim fechado és tu, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada.”
“Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes: o cipreste e o nardo,”
“Favos de mel manam dos teus lábios, minha esposa! Mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro das tuas vestes é como o cheiro do Líbano.”
“Vem comigo do Líbano, minha esposa, vem comigo do Líbano; olha desde o cume de Amana, desde o cume de Senir e de Hermon, desde as moradas dos leões, desde os montes dos leopardos.”
“Antes que refresque o dia e caiam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso.”
“O teu pescoço é como a torre de David, edificada para pendurar armas; mil escudos pendem dela, todos broquéis de valorosos.”
“Os teus dois peitos são como dois filhos gémeos da gazela, que se apascentam entre os lírios.”
“Os teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gémeos, e nenhuma há estéril entre elas.”
“Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é doce; a tua fronte é qual pedaço de romã entre as tuas tranças.”
“Todos armados de espadas, destros na guerra; cada um com a sua espada à cinta, por causa dos temores nocturnos.”
“Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumaça, perfumada de mirra, de incenso e de toda a sorte de pós aromáticos?”
“Eis que é a liteira de Salomão; sessenta valentes estão ao redor dela, dos valentes de Israel.”
“Acharam-me os guardas, que rondavam pela cidade; eu perguntei-lhes: Vistes aquele a quem ama a minha alma?”
“De noite busquei em minha cama aquele a quem ama a minha alma; busquei-o e não o achei.”
“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.”
“Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faz-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face, aprazível.”
“Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.”
“A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.”
“As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas, de cipreste.”
“Enquanto o rei está assentado à sua mesa, dá o meu nardo o seu cheiro.”
“Agradáveis são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares.”
“Se tu o não sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas das ovelhas e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.”
“Não olheis para o eu ser morena, porque o sol resplandeceu sobre mim. Os filhos de minha mãe se indignaram contra mim e me puseram por guarda de vinhas; a vinha que me pertence não guardei.”