“Certos pensamentos são como orações, há momentos em que, seja qual for a posição do corpo, a alma está, sempre, de joelhos.”
Frases de Motivação — página 210
Frases pra usar como empurrão, escolhidas por terem resistido ao tempo — não por soarem bem numa imagem.
“A sociedade humana não lhe tinha feito senão mal: nunca lhe encarara senão o rosto carregado a que ela chama justiça, e que mostra àqueles a quem fere.”
“O maior sonho dos heróis é ser grande em todos os lugares e pequeno com o seu pai.”
“Não ter nada para fazer é a felicidade das crianças e a infelicidade dos velhos.”
“"Saber exactamente qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente é o segredo de um bom governo".”
“"O homem honesto procura tornar-se útil, o intrigante tenta ser necessário".”
“A música exprime aquilo que não pode ser dito e que não pode ficar em silêncio.”
“É belo modelar uma estátua e dar-lhe vida, mas é sublime modelar uma inteligência e dar-lhe liberdade.”
“"O que importa a surdez do ouvido quando a mente ouve? A única surdez, a surdez real, a surdez incurável, é a da inteligência".”
“Os Sertões é muito nosso, poema brasileiro, até a raiz, o maior entre os maiores livros nacionais de todos os tempos.”
““Os Sertões, de Euclides da Cunha, foi o Brasil vomitado. Qualquer obra de arte, para ter sentido no Brasil, precisa ser golfada hedionda.” (entrevista a Luciane Louzeiro para o Jornal do Brasil, s.d.)”
“Os sertões desta terra ficaram sempre funestos nas cenas horrendas que Euclides da Cunha imortalizou em páginas de um colorido ultradantesco.”
““O sr. Euclides da Cunha (todos os que têm a dita de conhecê-lo o testemunharão), não é só um intelectual que pensa, é também um intelectual que vibra, e a vibração ainda é o melhor meio de comunicação entre o autor e o público.” (Estudo introdutório de O. Lima ao livro Peru versus Bolívia)”
““Euclides da Cunha foi um gênio verbal.” (evento Euclides da Cunha 360º, Ciclo da Amazônia, TV Estadão)”
“[acerca da repercussão de Os Sertões]: “Euclides dormiu obscuro e acordou célebre.” (discurso de recepção na Academia Brasileira de Letras)”