“Já estava eu meio descrido das coisas, e mais dos homens;e por isso buscava na literatura diversão à tristeza que me infundia o estado da pátria entorpecida pela indiferença.Cuidava eu, porém, que você, político de antiga e melhor têmpora, pouco se preocupava com as coisas literárias, não por menosprezo, sim por vocação.”
José de Alencar
José Martiniano de Alencar foi um jornalista, advogado, político, ensaísta e escritor brasileiro. É considerado o principal e o mais importante escritor do romantismo no Brasil, sendo identificado com a primeira geração do movimento e popularmente alcunhado como "pai da literatura brasileira".
José de Alencar também escreveu sobre
24 frases de José de Alencar
“Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros.”
“Publicações Europa-América, Ltda, Edição n° 40 557/1811, Execução gráfica: maio de 1973. Mira Sintra, Mem Martins, Portugal.”
“Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema (...) Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira (...) O favo de jati não era doce como seu sorriso; nem a bunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.”
“"As altas montanhas, as nuvens, as catadupas, os grandes rios, as árvores seculares, serviam de trono, de dossel, de manto e cetro a esse monarca das selvas cercado de toda a majestade e de todo o esplendor da natureza". (Cap. IV, XI)”
“"O sol, dissipando as trevas da noite, assomou no oriente; seu aspecto majestoso iluminou o deserto; as ondas de sua luz brilhante derramaram-se em cascatas sobre um lago imenso, sem horizontes". (Cap. IV, XI)”
“"É ao mesmo tempo o nada com o seu vácuo profundo, imenso, infinito; e o caos com a sua confusão, as suas trevas, as suas formas incriadas; a alma sente que falta-lhe a vida ou a luz em torno". (Cap. IV, XI)”
“"Pouco e pouco o dia foi rompendo; o arrebol da manhã desenhou-se no horizonte, tingindo as nuvens com todas as cores do prisma. O primeiro raio do sol, desprendendo-se daqueles vapores tênues e diáfanos, deslizou pelo azul do céu, e foi brincar no cabeço dos montes". (Cap. IV, VI)”
“"Para eles esse sol era a imagem de sua vida; o ocaso era a sua hora derradeira: e as sombras da eternidade se estendiam já como as sombras da noite". (Cap. IV, IX)”
“"É que o prazer e o sofrimento não passam de um contraste; em lata perpétua e continua, eles se acrisolam um no outro, e se deparam: não há homem verdadeiramente feliz senão aquele que já conheceu a desgraça". (Cap IV, VI)”
“Cada região da terra tem uma alma sua, raio criador que lhe imprime o cunho da originalidade. A natureza infiltra em todos os seres que ela gera e nutre aquela seiva própria: e forma assim uma família na grande sociedade universal.”
“Já estava eu meio descrido das coisas, e mais dos homens;e por isso buscava na literatura diversão à tristeza que me infundia o estado da pátria entorpecida pela indiferença.Cuidava eu, porém, que você, político de antiga e melhor têmpora, pouco se preocupava com as coisas literárias, não por menosprezo, sim por vocação.”
“Travei com José de Alencar uma polêmica, em que receio ter tratado com a presunção e a injustiça da mocidade o grande escritor”
“Publicações Europa-América, Ltda, Edição n° 40 557/1811, Execução gráfica: maio de 1973. Mira Sintra, Mem Martins, Portugal.”
“Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema (...) Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira (...) O favo de jati não era doce como seu sorriso; nem a bunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.”
“Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros.”
“"É ao mesmo tempo o nada com o seu vácuo profundo, imenso, infinito; e o caos com a sua confusão, as suas trevas, as suas formas incriadas; a alma sente que falta-lhe a vida ou a luz em torno". (Cap. IV, XI)”
“"As altas montanhas, as nuvens, as catadupas, os grandes rios, as árvores seculares, serviam de trono, de dossel, de manto e cetro a esse monarca das selvas cercado de toda a majestade e de todo o esplendor da natureza". (Cap. IV, XI)”
“"O sol, dissipando as trevas da noite, assomou no oriente; seu aspecto majestoso iluminou o deserto; as ondas de sua luz brilhante derramaram-se em cascatas sobre um lago imenso, sem horizontes". (Cap. IV, XI)”
“Cada região da terra tem uma alma sua, raio criador que lhe imprime o cunho da originalidade. A natureza infiltra em todos os seres que ela gera e nutre aquela seiva própria: e forma assim uma família na grande sociedade universal.”
“"É que o prazer e o sofrimento não passam de um contraste; em lata perpétua e continua, eles se acrisolam um no outro, e se deparam: não há homem verdadeiramente feliz senão aquele que já conheceu a desgraça". (Cap IV, VI)”
“"Pouco e pouco o dia foi rompendo; o arrebol da manhã desenhou-se no horizonte, tingindo as nuvens com todas as cores do prisma. O primeiro raio do sol, desprendendo-se daqueles vapores tênues e diáfanos, deslizou pelo azul do céu, e foi brincar no cabeço dos montes". (Cap. IV, VI)”
“"Para eles esse sol era a imagem de sua vida; o ocaso era a sua hora derradeira: e as sombras da eternidade se estendiam já como as sombras da noite". (Cap. IV, IX)”