“Durante a revisão os erros se escondem, fazem-se positivamente invisíveis, mas assim que o livro sai, tornam-se visibilíssimos, verdadeiros sacis a nos botar a língua em todas as páginas.”
Monteiro Lobato
José Bento Renato Monteiro Lobato foi um escritor, intelectual e editor literário brasileiro. Participou ativamente do pré-modernismo e modernismo brasileiro e da vida política do Brasil, sendo popularmente lembrado por sua série de livros infantis Sítio do Pica Pau Amarelo.
Monteiro Lobato também escreveu sobre
56 frases de Monteiro Lobato
“"Um país se faz com homens e livros. Minha visita aos monumentos de George Washington e Lincoln provou-me que a América tinha homens. Ter homens, para um país, é ter Washingtons e Lincolns, forças tão marcantes que sobre sua obra não pode a morte." – p. 45.”
“Eu era agregado na fazenda do taqual. O coronel me deu lá uma grota fiz minha casinha, derrubei mato plantei milho e feijão.”
“"Se quer viver feliz na América, não se mostre duro com os cães – nem desrespeitoso para com a americana. São dois dogmas muito sérios." – p. 23.”
“Eu adoro Emília e, ao escrever os livros nesta máquina, sou o primeiro que me rio das coisinhas que ela diz.”
“"... Ontem fui à exposição industrial e saí entenebrecido. Dois expositores brasileiros! Dois só! O que o português fez com o aborígene, hoje o fazem os nossos adventícios com os descendentes dos portugueses. Alijam-nos de dentro de nossa própria casa — com o auxílio de (...) governantes inconscientes (...)" SP, 03.10.1918”
“"... Recordando minha vida colegial vejo quão pouco os mestres contribuíram para a formação do meu espírito. No entanto, a Julio Verne todo um mundo de coisas eu devo! E a Robinson? Falaram-me à imaginação, despertaram-me a curiosidade — e o resto se fez por si (...) A inteligência só entra a funcionar com prazer, eficientemente, quando a imaginação lhe serve de guia.”
“... Com petróleo e ferro. o homem se multiplica por mil. Com o livro, ele se torna um Homem!...”
“"... Nós brasileiros não temos certeza de nosso futuro, de uma sobrevivência como povo. Assistimo-nos morrer. A cada dia, deperece mais um bocado. Aparentemente, esse decair é insensível (...) Mas um secreto mal-estar nos avisa disso. Daí a tristeza indefinível de todos neste país (...) acentuar-se cada vez mais a vitória do estrangeiro (...)" SP, 03.10.1918”
“"... O segredo do livro é este: interpretar fielmente um sentimento vago, indefinível, mas geral (...)" SP, 03.10.1918”
“"... é inútil andares ajuntando e mandando opiniões sobre minha literatura.Não dou valor a essas reações, nem as procuro. Escrevo porque tenho de escrever, porque sou forçado a escrever, para dar vazão ao pus dum furúnculo scribendi de incurável intermitência — não para conquistar nome, glória, o que seja (...)" fazenda Buquira, 07.12.1916”
“"...antropocentrismo (...) Somos pequeninos centros que vão todos os raios do universo (...)" SP, 28.12.1917”
“"... Revoltado contra os acentos acadêmicos, usei do meu prestígio na Editora Nacional para uma guerra à excrescência e consegui que a empresa editasse centenas de milhares de livros com a 'desacentuação' exemplificada no livro que remeto como amostra (...)" SP, 05.12.1937.”
“"... Senhor Deputado Federal (...) Outro encanto que acho em V. está na língua — sólida, descente, escorreita, sem os clássicos vícios nacionais. Defeito único: aceitação dos infames acentos da infame reforma ortográfica promovida pelo infame Capanema — ministro da imbecilização desde infame Estado Novo (...)" SP, 12.04.1944.”
“... livro pão (...) Quem souber ler, lê o livro e depois o come; quem não souber, come apenas sem ler. Desse modo, o livro pode penetrar em todas as casas...”
“"...nossa crise monetária de vocábulos (...) Não há livros, Rangel!!! Nós precisamos entupir este país com uma chuva de livros (...)" Caçapava, 16.01.1915”
“"... Ao terminar a leitura, o leitor corre à janela para ver se ainda há céu no mundo e ar (..)." Areias, 1907”
“"...Quero contos que o leitor possa resumir e contar ao amigo e (...) interesse ao amigo (...)" Areias, 27.06.1909”
“"O livro é uma mercadoria como outra qualquer; não há diferença entre o livro e um artigo de alimentação. (...) Se o livro não vende é porque ele não presta".”
“Eu me acho capaz de escrever para os Estados Unidos por causa do meu pendor para escrever para crianças. Acho o americano sadiamente infantil.”
“Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira — mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum.”
“De escrever para marmanjos já me enjoei. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo.”
“Erro pensar que é a ciência que mata uma religião. Só pode com ela outra religião.”
“"Um país se faz com homens e livros. Minha visita aos monumentos de George Washington e Lincoln provou-me que a América tinha homens. Ter homens, para um país, é ter Washingtons e Lincolns, forças tão marcantes que sobre sua obra não pode a morte." – p. 45.”
“Eu era agregado na fazenda do taqual. O coronel me deu lá uma grota fiz minha casinha, derrubei mato plantei milho e feijão.”
“Durante a revisão os erros se escondem, fazem-se positivamente invisíveis, mas assim que o livro sai, tornam-se visibilíssimos, verdadeiros sacis a nos botar a língua em todas as páginas.”
“"Se quer viver feliz na América, não se mostre duro com os cães – nem desrespeitoso para com a americana. São dois dogmas muito sérios." – p. 23.”
“"... Recordando minha vida colegial vejo quão pouco os mestres contribuíram para a formação do meu espírito. No entanto, a Julio Verne todo um mundo de coisas eu devo! E a Robinson? Falaram-me à imaginação, despertaram-me a curiosidade — e o resto se fez por si (...) A inteligência só entra a funcionar com prazer, eficientemente, quando a imaginação lhe serve de guia.”
“Eu adoro Emília e, ao escrever os livros nesta máquina, sou o primeiro que me rio das coisinhas que ela diz.”
“... Com petróleo e ferro. o homem se multiplica por mil. Com o livro, ele se torna um Homem!...”
“"... Nós brasileiros não temos certeza de nosso futuro, de uma sobrevivência como povo. Assistimo-nos morrer. A cada dia, deperece mais um bocado. Aparentemente, esse decair é insensível (...) Mas um secreto mal-estar nos avisa disso. Daí a tristeza indefinível de todos neste país (...) acentuar-se cada vez mais a vitória do estrangeiro (...)" SP, 03.10.1918”
“"... Ontem fui à exposição industrial e saí entenebrecido. Dois expositores brasileiros! Dois só! O que o português fez com o aborígene, hoje o fazem os nossos adventícios com os descendentes dos portugueses. Alijam-nos de dentro de nossa própria casa — com o auxílio de (...) governantes inconscientes (...)" SP, 03.10.1918”
“"... é inútil andares ajuntando e mandando opiniões sobre minha literatura.Não dou valor a essas reações, nem as procuro. Escrevo porque tenho de escrever, porque sou forçado a escrever, para dar vazão ao pus dum furúnculo scribendi de incurável intermitência — não para conquistar nome, glória, o que seja (...)" fazenda Buquira, 07.12.1916”
“"...antropocentrismo (...) Somos pequeninos centros que vão todos os raios do universo (...)" SP, 28.12.1917”
“"... O segredo do livro é este: interpretar fielmente um sentimento vago, indefinível, mas geral (...)" SP, 03.10.1918”
“... livro pão (...) Quem souber ler, lê o livro e depois o come; quem não souber, come apenas sem ler. Desse modo, o livro pode penetrar em todas as casas...”
“"... Revoltado contra os acentos acadêmicos, usei do meu prestígio na Editora Nacional para uma guerra à excrescência e consegui que a empresa editasse centenas de milhares de livros com a 'desacentuação' exemplificada no livro que remeto como amostra (...)" SP, 05.12.1937.”
“"... Senhor Deputado Federal (...) Outro encanto que acho em V. está na língua — sólida, descente, escorreita, sem os clássicos vícios nacionais. Defeito único: aceitação dos infames acentos da infame reforma ortográfica promovida pelo infame Capanema — ministro da imbecilização desde infame Estado Novo (...)" SP, 12.04.1944.”
“"... Ao terminar a leitura, o leitor corre à janela para ver se ainda há céu no mundo e ar (..)." Areias, 1907”
“"...Quero contos que o leitor possa resumir e contar ao amigo e (...) interesse ao amigo (...)" Areias, 27.06.1909”
“"...nossa crise monetária de vocábulos (...) Não há livros, Rangel!!! Nós precisamos entupir este país com uma chuva de livros (...)" Caçapava, 16.01.1915”
“"O livro é uma mercadoria como outra qualquer; não há diferença entre o livro e um artigo de alimentação. (...) Se o livro não vende é porque ele não presta".”
“Erro pensar que é a ciência que mata uma religião. Só pode com ela outra religião.”
“Eu me acho capaz de escrever para os Estados Unidos por causa do meu pendor para escrever para crianças. Acho o americano sadiamente infantil.”
“Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira — mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum.”
“De escrever para marmanjos já me enjoei. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo.”