“É preciso ser humano e ter saltado fora dos tapumes do redil social, ter deixado de ser um número no rebanho servil da domesticidade; é preciso ter sentido a fome no estomago dos outros; é preciso ter alargado o espirito de tolerância, para compreender as razões do próximo e não para tentar impor a autoridade da sua verdade contra os sonhos e as verdades dos outros idealistas.”