““…quando o desânimo te infiltrar o coração, procura Euclides; ele te mostrará, com verdade e fulgor, o mundo encantador de que és dono. E tu, meu irmão, como no Fausto da lenda medieval, erguerá[s] de novo o grito da esperança.” (Jornal Correio Novo, Cantagalo, RJ, 15 nov. 1944)”