Frases de Motivação — página 142
Frases pra usar como empurrão, escolhidas por terem resistido ao tempo — não por soarem bem numa imagem.
“Ó impiedosa marcha das sociedades humanas, em que não se dá atenção aos homens e às almas que se vão perdendo!”
“O mar é a inexorável escuridão social a que a penalidade arremessa seus condenados. O mar é a imensa miséria!”
“Depois de ter julgado a sociedade que o fizera desgraçado, julgou a Providência, que fizera a sociedade, e condenou-a também.”
“Chega sempre a hora em que não basta apenas protestar: após a filosofia, a acção é indispensável."”
“Certos pensamentos são como orações, há momentos em que, seja qual for a posição do corpo, a alma está, sempre, de joelhos.”
“As realidades da alma, por não serem visíveis e palpáveis, nem por isso deixam de ser também realidades”
“A sociedade humana não lhe tinha feito senão mal: nunca lhe encarara senão o rosto carregado a que ela chama justiça, e que mostra àqueles a quem fere.”
“Não ter nada para fazer é a felicidade das crianças e a infelicidade dos velhos.”
“O maior sonho dos heróis é ser grande em todos os lugares e pequeno com o seu pai.”
“"Saber exactamente qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente é o segredo de um bom governo".”
“"O homem honesto procura tornar-se útil, o intrigante tenta ser necessário".”
“A música exprime aquilo que não pode ser dito e que não pode ficar em silêncio.”
“É belo modelar uma estátua e dar-lhe vida, mas é sublime modelar uma inteligência e dar-lhe liberdade.”
“"O que importa a surdez do ouvido quando a mente ouve? A única surdez, a surdez real, a surdez incurável, é a da inteligência".”
““[a poesia] É a realidade maior – vibrando numa emoção. Este chão que tumultua, e corre, e foge, e se crispa, e cai, e se alevanta, é o mesmo chão que o geólogo denomina solo perturbado e inspira à rasa, à modesta, à chaníssima topografia, a metáfora garbosa dos movimentos do terreno.”(Prefácio a Poemas e canções, de Vicente de Carvalho)”
““Os Farrapos — (...) Se um dia porém — puder arcar com tal assunto — hei de sacrificar-me inteiramente a esses revolucionários audazes e obscuros, a esses miseráveis sublimes que esqueceram a própria fome e arrojaram-se impávidos à goela famulenta do despotismo para que ele não lhes devorasse a pátria.” (nota do autor ao poema Obscurii lucis, Os Farrapos)”
““Há mais de um mês que me agito e trabalho — de graça — num país em que se inventam os empregos para a vadiagem remunerada.”(carta a Plínio Barreto, 22 out. 1904)”
““...se as nações estrangeiras mandam cientistas ao Brasil, que absurdo haverá no encarregar-se de idêntico objetivo um brasileiro?” (carta a José Veríssimo, 24 jun. 1904)”
““...não desejo Europa, o boulevard, os brilhos de uma posição, desejo o sertão, a picada malgradada, e a vida afanosa e triste de pioneiro. Nestes tempos de fragilidade já não é pouco.”(carta a José Veríssimo, 7 jul. 1904)”